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AUDIÊNCIA
COM O DELEGADO DO TRABALHO
Os
diretores da Federação da Agricultura
e Pecuária do Estado de Alagoas – FAEAL
e do Sindicato dos Produtores de Açúcar
e Álcool de Alagoas – Sindaçúcar,
serão recebidos, no próximo dia 10 de março,
às 11 horas, pelo Dr. Ricardo Coelho,
Delegado do Trabalho em Alagoas. Na oportunidade serão
tratados assuntos relevantes de interesse do setor e daquele
órgão.
FRENTE PARLAMENTAR QUER RENEGOCIAR DÍVIDAS RURAIS
A votação da Medida Provisória 77, que
trata da renegociação de dívidas dos produtores
rurais e está obstruindo a pauta do Congresso Nacional,
deve ser a prioridade da nova diretoria da Frente Parlamentar
de Apoio à Agropecuária, eleita no dia 26 de fevereiro
passado. O deputado federal Ronaldo Caiado (PFL/GO) foi escolhido
o presidente do grupo, e Dilceu Sperafico (PPB/PR), o vice.
Os deputados querem a inclusão no texto do chamado Pesinha,
ou seja, a renegociação das parcelas atrasadas
do Programa Especial de Saneamento de Ativos (Pesa). A idéia
é que aqueles que não tenham conseguido honrar
as prestações anteriores parcelem o valor e dividam
por 20 anos. A proposta visa a colocar em igualdade os produtores
que renegociaram as dívidas em épocas diferentes.
Antes, os juros eram o IGP-DI pleno; hoje têm um teto
de 9,5%. "Quem fez o Pesa primeiro foi penalizado com o
reajuste ilimitado", diz Caiado. O prazo para a quitação
dos débitos encerrava-se em 31 de março, mas deverá
ser prorrogado, pois a MP ainda não foi votada. Outra
proposta é a regulamentação das dívidas
do Programa Especial de Crédito para a Reforma Agrária
(Procera), segundo a renegociação, crédito
tomado de forma associativa poderia ser pago individualmente,
sem perda ao mutuário.
FÓRUM
QUER NEGOCIAÇÃO GLOBAL MAIS AGRESSIVA DAS CADEIAS
DO AGRONEGÓCIO COM A ALCA E MERCOSUL-UE
O
Fórum Permanente de Negociações Agrícolas
Internacionais, integrado pela Confederação da
Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Associação
Brasileira do Agribusiness (Abag) e Organização
das Cooperativas Brasileiras (OCB), solicitou ao ministro das
Relações Exteriores, Celso Amorim, uma negociação
global mais agressiva de todas as cadeias do agronegócio
- bens agrícolas e seus insumos -, a eliminação
imediata dos subsídios domésticos à exportação,
além do cumprimento dos prazos de oferta nas negociações
agrícolas da Área de Livre Comércio das
Américas (ALCA) e do Acordo Mercosul-União Européia.
Segundo o coordenador-geral do Fórum e vice-presidente
da CNA, Gilman Viana Rodrigues, o Fórum não aceita
apenas a redução de tarifas e o acesso a mercados,
sem a eliminação imediata dos subsídios
e o disciplinamento das medidas distorcivas. Considera uma condição
tanto para a ALCA quanto para a UE. O Mercosul tem prazo até
o próximo dia 15 de fevereiro para apresentar sua proposta
inicial nas negociações da ALCA e até o
dia 28 de fevereiro para encaminhar a oferta revisada aos negociadores
da UE. Outros pontos apresentados pelo Fórum aos ministérios
de Relações Exteriores e da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento: Certeza de que a competitividade das cadeias
do agronegócio será altamente beneficiada pelas
oportunidades de acesso a novos mercados nos 34 países
incluídos na ALCA. Defesa de oferta ofensiva na área
de bens agrícolas, credenciando os países do Mercosul
a pedir reciprocidade na abertura dos mercados agrícolas
de outros países. Desgravação de todas
as 967 posições tarifárias da agricultura.
Vinculação entre a oferta de desgravação
tarifária agrícola e a eliminação
de subsídios como medidas de apoio interno, créditos,
garantias e seguros de crédito às exportações
e ajuda alimentar, assim como o fim de medidas sanitárias
e fitossanitárias injustificadas e barreiras tarifárias
restritivas ao comércio. Proposta conjunta do Mercosul,
sem prejuízos a nenhum segmento do agronegócio
brasileiro, como o sucroalcooleiro. Oferta de desgravação
imediata, mediante reciprocidade dos demais parceiros da ALCA.
CURSOS – CONVÊNIO SENAR/SEBRAE (26 turmas)
- Período: 10 a 14/03/2003
Apicultura, em Cacimbinhas, Palmeira dos Índios
e S. Luiz do Quitunde; Cultura da Mandioca,
em Atalaia e Coruripe; Fruticultura, em Palmeira
dos Índios e Coruripe; Agricultura Orgânica,
em Delmiro Gouveia, Maceió, Porto Real do Colégio,
Arapiraca e Coité do Noia; Ovinocultura,
em Arapiraca, Atalaia e Jacaré dos Homens; Bovinocultura
de Leite, em Junqueiro, Limoeiro de Anadia,
Mata Grande, Pão e Estrela de Alagoas; Turismo
Rural, em Marechal Deodoro; Horticultura Básica,
em Arapiraca, Palestina, e Santana do Ipanema; Artesanato
(palha de bananeira), em Junqueiro e Maribondo.
INDICATIVO DE PREÇOS (semana de 23/02/2003 a
09/03/2003)
| DESCRIÇÃO |
UN. |
PREÇO
(R$) |
DESCRIÇÃO |
UN.
|
PREÇO
(R$) |
| BOI
GORDO |
Arroba |
DE
60,00 a 62,00 |
MILHO
(60 kg) |
SC |
DE
28,00 a 30,00 |
| VACA
PARA ABATE |
Arroba |
DE
55,00 a 57,00 |
MANDIOCA |
Ton.
|
DE
180,00 a 200,00 |
| PORCO |
Arroba |
DE
52,00 a 53,00 |
ALGODÃO
CAROÇO (30kg) |
SC
|
DE
25,00 a 26,00 |
| OVINO |
Quilo |
DE
4,50 a 4,60 |
|
|
|
| FRANGO
VIVO |
Quilo |
DE
1,35 a 1,40 |
ALGODÃO
FARELO (50kg) |
SC
|
DE
33,50 a 34,00 |
| LEITE |
Litro |
0,40
(preço básico) apartir de 01 de janeiro de
2003 |
COCO |
Um
Kg |
0,40
a 0,50
0,73 a 0,85 |
| OVO
TIPO EXTRA |
Caixa |
52,00 |
FARELO
DE SOJA
(50 kg) |
SC |
44,00
a 46,00 |
|
CANA-DE-AÇÚCAR - PREÇO LÍQUIDO
FINAL DE 1 KG DE ATR (JANEIRO/2003) EM R$: |
R$
0,3049 |
Fontes
de informação - Associação dos Criadores
de Alagoas, Sindicato do Leite de Alagoas, Agronal, Prococo,
Sococo, Granja Carnaúba e Sindicato dos Produtores de
Açúcar e Álcool/AL.
Matéria
publicada no Jornal Gazeta de Alagoas, edição
de 10 de março de 2002