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| Noticiário
da FAEAL/SENAR- Semana de 03/10 a 09/11/2002 |
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GOVERNADOR
RONALDO LESSA VISITA A 52ª EXPOAGRO
O governador do Estado participou da 52ª Expoagro visitando,
na última quarta-feira, dia 6, o parque da Exposição.
Na oportunidade, esteve presente no stander da Federação
da Agricultura, discutindo com os expositores e dirigentes de
diversas entidades ligadas ao setor, os problemas da agropecuária
alagoana, entre eles, o aumento da quantidade de leite do programa
social do governo, a erradicação da febre aftosa,
a qualificação do homem do campo e a parceria
cada vez maior, que deve existir entre a Secretaria de Agricultura
e o setor primário do Estado. Acompanhava o senhor Governador,
o presidente da Associação dos Criadores de Alagoas,
o delegado do Ministério da Agricultura/AL, o presidente
da Cooperleite, o secretário de Agricultura, Reinaldo
Falcão e o presidente da Federação da Agricultura,
Álvaro Almeida.
SEGURO RURAL AGORA DEPENDE DO VOTO DO CONGRESSO
O seguro rural é um dos instrumentos de política
agrícola mais moderno e praticado em larga escala pelos
países que competem com o Brasil no mercado agrícola
mundial. É considerado de tal maneira imprescindível
à atividade rural, que o subsídio ao seguro rural
é enquadrado na chamada caixa verde da Organização
Mundial do Comércio (OMC),o que significa que os países
podem adotá-lo sem precisar reduzir gastos com eventuais
apoios à produção agropecuária.
Por este motivo, o setor já aguardava há algum
tempo a concretização do compromisso assumido
pelo Poder Executivo de criar um seguro rural para o produtor
brasileiro. O que acabou acontecendo por meio do Projeto de
Lei n° 7.214/2002, que dispõe sobre a subvenção
econômica ao prêmio do seguro rural e cria o Conselho
Interministerial do Seguro Rural. Falta, ainda, um longo caminho
a ser percorrido, até que se transforme em lei e passe,
efetivamente, a proteger o produtor dos caprichos da natureza,
riscos climáticos, pragas e doenças, que fogem
ao seu controle. Em que pese a iniciativa do Governo e a urgência
da sua implementação, a efetiva implementação
do seguro rural depende de aprovação do projeto
pelo Congresso Nacional que, neste final de ano, tem diversas
matérias consideradas prioritárias, que obstruem
a pauta da Casa. Além do mais, a subvenção
governamental deverá ser inserida na Lei de Orçamento
Anual, que já foi encaminhada ao Congresso. Depende,
portanto, de emenda para alocar os recursos necessários
para subsidiar o prêmio do seguro rural. A superação
desses obstáculos, ainda em 2002, requer não apenas
a mobilização do setor, mas primordialmente da
ação governamental junto ao Legislativo. Experiência
Internacional Os países agro exportadores, que competem
com o Brasil no mercado internacional, dispõem de um
sistema de seguro extremamente desenvolvido, com forte participação
governamental. Os Estados Unidos, por exemplo, mantém
o programa de seguro rural no País por meio da Risk Management
Agency (RMA), uma agência governamental que atua juntamente
com a seguradora estatal, Federal Crop Insurance Corporation
(CIC), com as seguradoras privadas e os representantes dos produtores
rurais. Este programa subsidia diversas modalidades de seguro,
inclusive o de renda esperada dos produtores. A previsão
de gastos com esse programa, em seis anos, é de US$ 8,2
bilhões, o que representa subsídios anuais da
ordem de US$ 1,4 bilhão. O subsídio ao prêmio
do seguro rural varia de 38% a 100%, dependendo do nível
de cobertura pretendida pelo agricultor.
Projeto de Lei 7.214 - Parâmetros para Diferenciar
o Percentual de Subsídio ao Prêmio
Parâmetros Explicação
1 – Modalidade do seguro Cobre riscos naturais e
de mercado
2 – Tipos de culturas e espécies animais Grãos,
fibras, fruticultura, pecuária, etc.
3 – Categoria de produtores Mini, pequeno e grande produtor
4 – Regiões produtoras Estados ou micro região
produtora
5 – Condições contratuais Prioriza a indução
de tecnologia e reduz risco
Elaboração: CNA/Decon
CURSOS – SENAR/SERT/AL
Período: 07 a 11 de novembro/2002 – Cultivo de
Flores, em Atalaia e Ibateguara; Artesanato, em Branquinha,
Maribondo e Porto Calvo; Apicultura, em Cajueiro; Artesanato
(em palha da bananeira), em Chã Preta; Industrialização
de Doces, em Flexeiras e Murici; Ovinocaprinocultura, em Jacuipe;
Processamento de Polpa de Frutas, em Maragogi; Artesanato (vassoura
em garrafas peti), em Capela; Fabricação de Doces,
em Viçosa; Plantas Medicinais, em Novo Lino; Artesanato
em Palha, em S. Miguel dos Campos; Fruticultura, em Santana
do Mundaú; Bordado (vagonite), em Mar Vermelho; Eletricista
Rural (2 turmas), em Viçosa;
INDICATIVO DE PREÇOS (semana de 03 a 09/11/2002)
| DESCRIÇÃO |
UN.
|
PREÇO
(R$)
|
DESCRIÇÃO |
UN.
|
PREÇO
(R$) |
| BOI
GORDO |
Arroba |
DE
55,00 a 54,00 |
MILHO
(60 kg) |
SC |
DE
28,00 a 30,00 |
| VACA
PARA ABATE |
Arroba |
DE
49,00 a 50,00 |
MANDIOCA |
Ton.
|
DE
40,00 a 45,00 |
| PORCO |
Arroba |
DE
41,00 a 43,00 |
ALGODÃO
CAROÇO (30kg) |
SC
|
DE
9,00 a 10,00 |
| OVINO |
Quilo |
DE
4,50 a 4,60 |
|
|
|
| FRANGO
VIVO |
Quilo |
DE
1,70 a 1,75 |
ALGODÃO
FARELO (50kg) |
SC
|
DE
14, 00 a 15,00 |
| LEITE |
Litro |
0,44
(preço básico) a partir de 1º de novembro |
COCO |
Um
Kg |
0,70
a 0,80
0,80 a 1,10
|
| OVO
TIPO EXTRA |
Caixa |
44,00 |
SOJA
(50 kg) |
SC |
50,00
a 52,00 |
|
CANA-DE-AÇÚCAR - PREÇO LÍQUIDO
FINAL DE 1 KG DE ATR (OUTUBRO/2002) EM R$: |
R$
0,2698 |
AVISO
IMPORTANTE - FEBRE AFTOSA
Pecuarista,
vacine seu rebanho até o dia 3 de novembro/02. PARTICIPE
DA CAMPANHA DE ERRADICAÇÃO DA FEBRE AFTOSA. É
IMPORTANTE PARA VOCÊ, PARA O SETOR E PARA O ESTADO DE
ALAGOAS.
Matéria
publicada no Jornal Gazeta de Alagoas, edição
de 03 de novembro de 2002
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