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CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA
E PECUÁRIA DO BRASIL E PRODUTORES DE ALAGOAS SÃO CONTRA ADIÇÃO
DE SORO NO LEITE
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil se reuniu no
último dia 19, em Brasília, com representantes do setor de leite
para analisar a proposta do Ministério da Agricultura sobre a
criação de uma legislação para o leite modificado, que é também
a adição de soro no leite. Para o presidente da Comissão Nacional
de Pecuária de Leite da CNA, o leite modificado é uma fraude para
o consumidor que compra um produto de qualidade muito inferior
por um preço, apenas, um pouco mais barato. "A CNA não vai aceitar
que o consumidor seja enganado e o produtor brasileiro prejudicado.
Vamos deixar claro que somos contra a venda do produto modificado,
como leite, e não contra a adição do soro, apenas queremos que
ele seja vendido como um composto alimentar e não como leite",
afirmou Paulo Bernardes. Segundo o presidente da Comissão da CNA,
o leite modificado tem 0,7% de proteínas contra 3,2% encontrados
no leite sem adição de soro. Pela proposta do Ministério será
permitido adicionar até 50% de soro ao leite. "A Comissão já recebeu
denuncias que existem empresas que já estariam adicionando soro
ao leite pasteurizado e longa vida, o que é proibido. Isso pode
até se confirmar se considerarmos o crescimento de importação
de soro pelo Brasil, que saltou de 13,2 mil toneladas, em 97,
para 37,4 mil toneladas no ano passado" lembrou Paulo Bernardes.
O prazo para os interessados se manifestarem sobre a Consulta
Pública aberta pelo Ministério terminou no dia 27 de fevereiro.
A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Alagoas, o Sindicato
do Leite de Alagoas, Cooperativa
do Leite de Alagoas, Associação
dos Criadores de Alagoas, Núcleo de Criadores de Girolando e a
Associação dos Agropecuaristas da Região Norte de Alagoas enviaram
correspondência ao Dr.
Luiz Carlos de Oliveira, Secretário de Defesa Agropecuária do
Ministério da Agricultura, concordando com a posição da
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, contrária à
adição de soro no leite.
Previdência Rural - APOSENTADORIA DO PRODUTOR RURAL Nº III
Qual
é o valor da contribuição?
O
valor das contribuições obedece tabelas que se modificam de acordo
com o salário mínimo. A contribuição varia de R$ 36,00, para o
recebimento de um salário mínimo, a R$ 286,00 para o teto de benefício,
no valor de R$ 1.430,00.
Quais
são os tipos de aposentadoria do empregador rural?
Por
idade - será concedida aposentadoria por idade aos produtores
empregadores, homens, com 65 anos, e mulheres com 60 anos, desde
que comprovem 120 meses de contribuição, caso o pedido seja feito
em 2001. A tabela é progressiva. Para o ano de 2011, o mínimo
exigido será de 180 meses de contribuição.
Por
tempo de contribuição - 30 anos para as mulheres e 35 anos para
os homens, após 180 contribuições mensais
REUNIÃO
- Será realizada amanhã, dia
4, às 8:00 horas na sede do Sindicato do Leite, no Parque da Pecuária,
reunião com os produtores de leite e o Sindicato das Indústrias
de Laticínios. Esta Federação se fará presente e convida os produtores
de leite para participarem da mesma.
| DESCRIÇÃO |
UN.
|
PREÇO
(R$)
|
DESCRIÇÃO |
UN.
|
PREÇO
(R$) |
| BOI
GORDO |
Arroba |
DE
50,00 a 51,00 |
MILHO
(60 kg) |
SC |
DE
15,00 a 16,20 |
| VACA
PARA ABATE |
Arroba |
DE
46,00 a 47,00 |
MANDIOCA |
Ton.
|
DE
40,00 a 45,00 |
| PORCO |
Arroba |
DE
40,00 a 42,00 |
ALGODÃO
CAROÇO (30kg) |
SC
|
DE
9,00 a 10,00 |
| FRANGO
VIVO |
Quilo |
DE
1,70 a 1,75 |
ALGODÃO
FARELO (50kg) |
SC
|
DE14,
00 a 15,00 |
| LEITE |
Litro |
0,30
(preço básico) |
COCO |
Um
Kg |
0,25
a 0,28
0,40 a 0,55
|
| OVO
TIPO EXTRA |
Caixa |
33,00 |
SOJA
(50 kg) |
SC |
32,00
a 33,00 |
|
CANA-DE-AÇÚCAR - Preço líquido final de 1
KG de ATR, (Janeiro/2002) EM R$: |
R$
0,2295 |
Matéria
publicada no Jornal Gazeta de Alagoas, edição de 17.02.2002
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