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NOTICIÁRIO
FAEAL/SENAR
Previdência Rural - APOSENTADORIA DO PRODUTOR RURAL Nº II
Qual
é a contribuição que dá o direito à aposentadoria do empregador
rural?
Até
outubro de 1991, o empregador rural tinha a obrigação de pagar
anualmente, para sua aposentadoria, uma contribuição adicional
ao Funrural, tendo como base de cálculo um percentual sobre o
valor da produção comercializada. A partir de novembro de 1991,
o empregador rural, para que tenha direito a sua aposentadoria,
deve recolher a contribuição mensal ou trimestralmente, mediante
a Guia da Previdência Social (GPS), antigo carnê.
Quais
são os benefícios proporcionados pela previdência?
Auxílio-doença;
abono anual (13º); salário-maternidade; salário-família; aposentadoria
por tempo de contribuição; aposentadoria por idade; aposentadoria
apor invalidez; pensão por morte e auxílio reclusão.
Como
o empregador rural faz a inscrição junto à previdência?
A
inscrição no Regime Geral da Previdência Social é feita com o
preenchimento do Documento de Cadastramento do Trabalhador/Contribuinte
Individual. A inscrição poderá ser feita nas Agências da Previdência
Social, nas Unidades Avançadas de Atendimento ou por meio do PREVFone
(0800 780191), bastando fornecer as seguintes informações obrigatórias:
-
Nome, endereço, número do Código de Endereçamento Postal (CEP);
-
Número da Carteira de Identidade, Órgão Emissor e Unidade da Federação;
-
Informações complementares
-
Número da Certidão de Nascimento ou Casamento;
-
Número do Cadastro de Pessoa Física (CPF).
MERCADO PODE PAGAR MELHORES PREÇOS PELO LEITE
O aumento dos preços dos lácteos, especialmente queijos e leite
longa vida, no mercado atacadista sinaliza aos produtores de leite
que as indústrias de laticínios já podem melhorar o preço pago
pelo produto. No caso do leite longa vida, que até dezembro do
ano passado era vendido para os supermercados por menos de R$
0,70 o litro, neste momento está sendo comercializado por mais
de R$ 0,80. "Os produtores já podem reivindicar melhores preços
às indústrias", diz Paulo Bernardes, presidente da Comissão Nacional
de Pecuária de Leite da Confederação da Agricultura e Pecuária
do Brasil (CNA), lembrando que é prática das indústrias retardarem
o repasse dos ganhos de mercado aos produtores rurais. Explica,
no entanto, que melhorar a remuneração do produtor não resulta
obrigatoriamente em aumento de preço ao consumidor, pois as margens
de comercialização do varejo estão muito altas e, na maioria dos
casos, podem absorver estas alterações. Na avaliação do Departamento
Econômico da CNA, se a indústria ficar com todo o ganho obtido
com a recuperação de preços dos lácteos no mercado, sem repassar
imediatamente uma parcela significativa aos produtores, haverá
desestímulo e queda de produção no setor.
Desde julho de 2001, os pecuaristas de leite vêm vendendo seu
produto a preços abaixo do custo de produção. Como conseqüência,
a produção nos meses de safra, especialmente novembro, dezembro
e janeiro, não cresceu conforme a expectativa inicial. Nas principais
bacias leiteiras do País, a produção já apresenta queda. Mantido
este quadro de desestímulo, dificilmente o setor repetirá a boa
performance apresentada no ano passado: aumento de produção, geração
de novos empregos e economia de divisas pela redução das importações.
Dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio Exterior (MDIC), apontam que, em 2001, houve
uma redução de 52,1% no valor das importações de lácteos. De janeiro
a dezembro de 2000 foram importados US$ 373,1 milhões, enquanto
que, no ano passado, as compras externas de leite e derivados
caíram para US$ 178,6 milhões.
INDICATIVO
DE PREÇOS - semana de a 10 a 16/02/2002
Fontes
de informação - Associação dos Criadores de Alagoas, Mafrip's,
Sindicato do Leite de Alagoas, Agronal, Prococo, Sococo, Granja
Carnaúba e Sindicato dos Produtores de Açúcar e Álcool/AL.
| DESCRIÇÃO |
UN.
|
PREÇO
(R$)
|
DESCRIÇÃO |
UN.
|
PREÇO
(R$) |
| BOI
GORDO |
Arroba |
DE
50,00 a 51,00 |
MILHO
(60 kg) |
SC |
DE
15,00 a 16,20 |
| VACA
PARA ABATE |
Arroba |
DE
46,00 a 47,00 |
MANDIOCA |
Ton.
|
DE
40,00 a 45,00 |
| PORCO |
Arroba |
DE
40,00 a 42,00 |
ALGODÃO
CAROÇO (30kg) |
SC
|
DE
9,00 a 10,00 |
| FRANGO
VIVO |
Quilo |
DE
1,70 a 1,75 |
ALGODÃO
FARELO (50kg) |
SC
|
DE14,
00 a 15,00 |
| LEITE |
Litro |
0,30
(preço básico) |
COCO |
Um
Kg |
0,23
a 0,27
0,40 a 0,47
|
| OVO
TIPO EXTRA |
Caixa |
34,00 |
SOJA
(50 kg) |
SC |
32,00
a 33,00 |
|
CANA-DE-AÇÚCAR - Preço líquido final de
1 KG de ATR, (Janeiro/2002) EM R$: |
R$
0,2407 |
Matéria
publicada no Jornal Gazeta de Alagoas, edição de 17.02.2002
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