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PROROGADO
PRAZO PARA REGULARIZAÇÃO DOS DÉBITOS SECURITIZADOS
MEDIDA
PROVÍSORIA N° 15, DE 21 DE DEZEMBRO 2001.
Fixa em 28 de Fevereiro de 2002 o término do prazo
para adesão à recactuação das operações
de crédito rural de que trata o art. 5°, §§
5°,6°-A, da lei n° 9,138, de 29 de novembro de 1995.
O
PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição
... - Art.1° É fixado em 28 de fevereiro de 2002
o término do prazo para adesão à repactuação
das operações de crédito rural de que trata
o art. 5°, §§ 5°,6°-A, da lei n°
9,138, de 29 de novembro de 1995. Art. 2° Até
a data fixada no art. 1° desta Medida Provisória
poderão ser regularizada as prestações
vencidas das referidas operações, observada a
legislação vigente. Brasília, 21 de dezembro
de 2001; 180° da Independência e 113°da República.
Fernando Henrique Cardoso - Pedro Malan Vinicius de Moraes.
Chamamos a atenção dos
companheiros produtores rurais que, pela informação
passada a esta Federação, o prazo estipulado na
Medida provisória acima transcrita, não será
prorrogado, ou seja, os interessados devem procurar imediatamente
os bancos com os quais têm trasações.
MINISTÉRIO
DA JUSTIÇA ENTRA NA CRISE DO LEITE
A
solução para a crise do leite mudou para o andar
de cima.No começo deste mês, a Secretaria do Direito
Econômico (SDE), do Ministério da Justiça,
anunciou que procederá a investigação preliminar
em duas frentes: a suposta formação de cartel
de laticínios e a possibilidade de abuso econômico
da Treta Pak, multinacional sueca que monopoliza a fabricação
de embalagens de longa vida no País. Todos negam as acusações
levantadas pelas Comissões Parlamentares de Inquérito(CPIs),
que tratam do assunto em oito Estados.
A SDF. pode abrir processo administrativo sobre o assunto. Esta
condição era impressa, a Comissão de Agricultura
e Política Rural da Câmara dos Depultados agendavam
audiência pública com os relatores das Comissões
Parlamentares de Inquérito em andamento em oito Estados
brasileiros. O excedente de produção doméstica
- argumento utilizado pelos laticínios para explicar
a depressão dos preços pagos aos pecuarista -
não convence a Confederação da Agricultura
e Pecuária do Brasil (CNA BRASIL). "Uma parte
significativa da produção deste ano está
ocupando o lugar das importações, que caíram
57% de janeiro a outubro de 2001, em comparação
ao mesmo período do ano passado", afirma Vicente
Nogueira Netto, chefe do Departamento Econômico da CNA
Brasil. O rpoblema não está apenas na porta do
laticínio, enfatiza". Cada vez mais concentrados,
os supermercados pressionam preços na atacado, reduzindo
a margem da indústria, especialmente da pequenas e médias,
que reduzem os preços aos produtores", analisa Nogueira
Netto.
O desestímulo aos pecuaristas
especializados, no segundo semestre de 2001, vai repercutir
com intensidade neste ano. "Não vai haver em 2002
o mesmo volume de leite de 2001!, afirma Jorge Rubenz, presidente
da Leite Brasil, a associação nacional de produtores.
A CNA Brasil estimaque o país feche o ano em 20,8 bilhões
de litros. (Fonte de informação: DBO - Rural
- A Revista de Negócios do Criador - nº 254 - Edição
de dezembro/2001).
Esta
Federação e o Sindicato do Leite de Alagoas, acompanhando
através da CNA Brasil o andamento desta investigação,
analisando o comportamento das empresas de laticínios
de Alagoas e, por decisão dos produtores de leite, deverão
tomar as medidas cabíveis que acharem necessárias,
principalmente sabendo-se que a baixa de preço para o
produtor não foi repassado em benefício do consumidor,
muito pelo contrário, só teve acréscimo.
REUNIÃO
Será
realizada no Sindicato do Leite de alagoas, no Parque da Pecuária,
no próximo dia 21, segunda-feira, às 8:00h, com
a presença desta Federação, reunião
entre os produtores de leite. Convidamos os produtores de leite
para se fazerem presentes.
INDICATIVO
DE PREÇOS (semana de 06/01/2002 a 13/01/2002)
Fontes de informação - Associação dos Criadores de Alagoas,
Mafrip's, Sindicato do Leite de Alagoas, Agronal, Prococo, Sococo,
Granja Carnaúba e Sindicato dos Produtores de Açúcar e Álcool/AL.
| DESCRIÇÃO |
UN.
|
PREÇO
(R$)
|
DESCRIÇÃO |
UN.
|
PREÇO
(R$) |
| BOI
GORDO |
Arroba |
DE
46,00 a 48,00 |
MILHO
(60 kg) |
SC |
DE
13,80 a 16,00 |
| VACA
PARA ABATE |
Arroba |
DE
43,00 a 45,00 |
MANDIOCA |
Ton.
|
DE
40,00 a 45,00 |
| PORCO |
Arroba |
DE
38,00 a 40,00 |
ALGODÃO
CAROÇO (30kg) |
SC
|
DE
9,00 a 10,00 |
| FRANGO
VIVO |
Quilo |
DE
1,70 a 1,85 |
ALGODÃO
FARELO (50kg) |
SC
|
DE14,
00 a 15,00 |
| LEITE |
Litro |
0,30
(preço básico) |
COCO |
Um
Kg |
0,18
a 0,20
0,34 a 0,36
|
| OVO
TIPO EXTRA |
Caixa |
32,00 |
SOJA
(50 kg) |
SC |
32,00
a 33,00 |
|
CANA-DE-AÇÚCAR
- Preço líquido final de 1 KG de ATR, (dezembro/2001)
EM R$: |
R$
0,2407 |
Leia
estas informações no site da Federação da Agricultura e Pecuária
do Estado de Alagoas: www.faeal.org.br
Matéria
publicada no Jornal Gazeta de Alagoas, edição de 13-01-2002